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13.7.19

Foto: Leitora Cretina

Olá, leitores! Tudo bem?

Hora da resenha! Finalmente! E a resenha de hoje é do livro "A Mão Que Te Alimenta", de A. J. Rich. Eu recebi esse livro na parceria que tinha com a Grupo Editorial Record.

"A Mão Que Te Alimenta" era um livro que eu estava louca para ler desde que recebi, mas como o tempo estava apertado (e ainda está um pouco, rs), só consegui ler agora. Vem conhecer mais sobre esse thriller psicológico!

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Resultado de imagem para a mão que te alimentaTítulo: A Mão Que Te Alimenta
Título original: The Hand That Feeds You
Volume único
Autor (a): A. J. Rich 
Editora: Record
Número de Páginas: 266 
Ano: 2019 
Gênero: Ficção / Literatura Estrangeira / Suspense e Mistério
Nota:   
SINOPSE: Não se deixe enganar pelas aparências. 
Depois de uma manhã agitada no curso de psicologia forense, Morgan não vê a hora de voltar para casa, no Brooklyn, e trabalhar em sua dissertação. Tudo o que ela queria era ficar sozinha, mas seu noivo, Bennett, está a sua espera. Ao chegar, ela encontra a porta entreaberta. Morgan teme que algum dos seus três cães tenha fugido. Ela abre a porta com o ombro, esperando ser recebida pelos animais. Porém, nenhum deles aparece de imediato. Há marcas no chão, pegadas de cachorros.
Nuvem, o cão-da-montanha-dos-pirineus, é a primeira a vir ao seu encontro, mas sem o ânimo habitual. Seus pelos estão vermelhos de um lado, como se ela tivesse se sujado em uma parede com tinta fresca. Sangue. Morgan procura sinais de ferimentos, mas não encontra nada. Nem nos dois pit-bulls, George e Chester. 
Ela avança pelo corredor, e as manchas de sangue que encontra parecem cada vez maiores. Por fim, vê Bennett caído no chão do quarto, a perna em cima da cama. Logo percebe que ele está olhando para cima. Ou estaria, se ainda tivesse globos oculares. A pele das mãos foi arrancada. 
E a perna em cima da cama não está ligada ao resto do corpo, ela foi arrancada. Bennett foi atacado, destroçado e morto pelos cães. Mas como isso pode ter acontecido, se Nuvem, Chester e George são extremamente dóceis? Algo não faz sentido nessa história, e tudo fica ainda mais estranho quando Morgan, ao tentar localizar a família de Bennett, descobre que esse não era seu nome verdadeiro. Mas mal sabia ela que encontrar o noivo morto foi só o início de seu maior pesadelo.
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ENREDO:

Morgan Prager é uma estudante de psicologia forense muito bondosa, que tem prazer em resgatar cães. Na sua casa, há três cachorros dóceis, apesar de seu noivo, Bennett, não gostar tanto deles.

Um dia, ansiosa para chegar em casa, ela encontra a porta aberta, rastros de sangue, e seu noivo completamente desfigurado, cheio de mordidas, já falecido em cima de sua cama.

A primeira suspeita recai sobre os cachorros, mas, como isso poderia ser possível se os cães são extremamente dóceis? Morgan terá muito o que descobrir sobre o que ou quem teria feito isso com Bennett.

“Não se deixe enganar pelas aparências.”
Foto: Leitora Cretina

MINHA OPINIÃO:

Eu gosto muito de livros de thriller, suspense e mistério, e achei o enredo desse livro muito interessante, nunca tinha lido nada que pudesse envolver cães, e o fato da personagem estudar psicologia também me atraiu.

O livro é todo narrado pela Morgan, e ela tem muita história para contar. Através dela, e da dissertação que está escrevendo, vemos um pouco do seu perfil. Seu trabalho recai sobre a vitimologia, há um padrão que atrai os predadores? Ela é uma mulher doce, extremamente dedicada ao seu estudo. E é isso. Infelizmente, o livro focou muito nos acontecimentos e em outros personagens, e pouco em Morgan.

“Os sociopatas representam 4% da população, mais de doze milhões de americanos. Não são necessariamente criminosos ensandecidos. A maioria é sedutora, inteligente e sabe simular preocupação e até amor. Mas eles não têm consciência, não sabem o que é empatia e não sentem culpa nem vergonha pelo comportamento. Também são grandes manipuladores. Durante a infância e adolescência, 9% dos sociopatas torturam ou matam animais.”
Foto: Leitora Cretina

O foco principal do livro, claro, é a morte de Bennett, e os desdobramentos disso, pois, Morgan começará a descobrir que talvez ele não seja quem ele sempre disse ser, além de ter que lidar com a possibilidade de perder seus cachorros. O livro é isso, é também Morgan conhecendo pessoas que a podem ajudar nesses dois âmbitos. O que me atraiu no livro foi, certamente, os acontecimentos. Achei muito interessante a forma com que as coisas se interligaram, como envolveram os cachorros na história e o trabalho da personagem.

A escrita é boa, bem direta, mas, com uma personagem com uma bagagem emocional tão grande, acredito que isso deveria ter sido melhor trabalhada, contando mais sobre os seus pensamentos, medos, tristezas... mas pareceu que nada abalou ela, parecendo uma personagem fria. Ela fica tão focada em explicar o que está acontecendo, que os sentimentos dela não transpareceram, ficando algo monótomo.

Foto: Leitora Cretina


O grande desfecho da história não é nada surpreendente... conforme as páginas vão passando, o leitor começa a desconfiar, e quando é revelado, não causa grande impacto. Nem todas as pontas se fecham, e foi por livre e espontânea escolha das autoras.

"- As pessoas deveriam parar de ser generosas por causa de consequências imprevisíveis? - questionou ela."

Por fim, acho que faltou muita coisa nesse livro... faltou sentimento da personagem, não apenas um livro só de narração dos fatos, faltou a surpresa da descoberta do mistério, faltou fechar todas as pontas que se soltaram, e que foram importantes para a história.

Foto: Leitora Cretina


SOBRE A EDIÇÃO:

A capa é linda. Achei que o trabalho feito com as patinhas de sangue ficou muito bom! Essa parte é áspera ao toque. Por dentro, as páginas são amareladas e a fonte confortável!

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Alguém aí já leu?
Beijão!
15.5.19

Foto: Leitora Cretina

Olá, leitores! Tudo bem?

Fazia muito tempo que não aparecia por aqui, né? A minha vida está uma loucura, acaba não me dando tempo para fazer quase nada que eu realmente goste de fazer nos momentos de lazer. Tenho estágio a tarde, faculdade a noite e me sobra o período da manhã para estudar. Nos finais de semana eu estudo ainda mais e fico um tempo com a família e amigos.

Nesses momentos de lazer eu consigo ver alguns filmes, séries e ler alguns poucos livros (vou trazer esses conteúdos para vocês aos pouquinhos).

Ler um livro do Dr. Drauzio Varella nunca passou pela minha cabeça. Claro que sempre admirei o profissional que ele é, mas ler algo dele? Nunca tive o interesse. E calma, se você também nunca teve, espero mudar seu conceito agora.

Foto: Leitora Cretina


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Título: Prisioneiras 
Volume: 03 
Autor (a): Drauzio Varella 
Editora: Companhia das Letras
Número de Páginas: 280
Ano: 2017 
Gênero: Literatura Brasileira / Não ficção
Nota    
SINOPSE: O trabalho de Drauzio Varella como médico voluntário em penitenciárias começou em 1989, na extinta Casa de Detenção de São Paulo, o Carandiru. Os anos de clínica e as histórias dos presos, dos funcionários e da própria cadeia seriam retratados nos aclamados livros Estação Carandiru (1999) e Carcereiros (2014). Em 2017, Drauzio encerra sua trilogia literária sobre o sistema carcerário brasileiro com Prisioneiras. Alçando as mulheres encarceradas a protagonistas, o médico rememora os últimos onze anos de atendimento na Penitenciária Feminina da Capital, que abriga mais de duas mil detentas. São histórias de mulheres que não raro entram para o crime por conta de seus parceiros inclusive tentando levar drogas aos companheiros nas penitenciárias masculinas em dias de visita , porém que são esquecidas quando estão atrás das grades. As famílias conseguem tolerar um encarcerado, mas não uma mãe, irmã, filha ou esposa na cadeia. No ambiente carcerário feminino, há elementos comuns às penitenciárias masculinas. Assim como no Carandiru, um código de leis não escrito rege as prisioneiras; o Primeiro Comando da Capital (PCC) está presente e mostra sua força através das mulheres que integram a facção; e a relação entre aquelas que habitam as cadeias não é menos complexa. As casas de detenção femininas, no entanto, guardam suas particularidades diferenças às quais o médico paulistano dedica atenção especial em sua narrativa. Desde a dinâmica dos atendimentos e a escassez de visitas até os relacionamentos entre as presas, fica nítido que a realidade das prisões escapa ao imaginário de quem vive fora delas. Prisioneiras é um relato franco, sem julgamentos morais, que não perde o senso crítico em relação às mazelas da sociedade brasileira. Nesse encerramento de ciclo, Drauzio Varella reafirma seu talento de escritor do cotidiano, retratando sua experiência e a vida dessas mulheres com a mesma disposição, coragem e sensibilidade que empreendeu ao iniciar seu trabalho nas prisões há quase três décadas.
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ENREDO:

Drauzio Varella é um grande médico que passou parte da sua vida dedicado ao atendimento médico na Penitenciária Feminina da Capital. Nesse terceiro volume de uma trilogia, ele retrata a vida das detentas.

"Aqui ninguém dorme, doutor. Estou pagando caro pelos meus pecados, o inferno não pode ser pior."

MINHA OPINIÃO:

Você não precisa ter lido os outros dois volumes para ler esse, fique tranquilo. Mas eu fiquei tão apaixonada por "Prisioneiras" que já estou lendo "Carcereiros".

Em "Prisioneiras", pela narrativa de Drauzio, ele traz ao leitor a realidade que as mulheres vivem no presídio, e não só pelo lado "médico", ele fala de questões sociais também. O autor traz histórias reais. Em determinados momentos do livro ele abre espaço para contar histórias do começo ao fim de algumas mulheres que ele atendeu, contando como foram suas infâncias, relações familiares, como foram parar no presídio, etc. Na minha opinião, esses momentos de maior profundidade das histórias individuais delas eram as mais interessantes. 

"Tudo que acontece no pavilhão é comigo. Sou eu pra cá, eu pra lá, eu pra acolá o tempo inteiro. Ainda enlouqueço nesse inferno. Cadeia foi feita pra homem, doutor, mulher não tem procedimento. Aqui elas brigam até por um lugar no varal pra pendurar a calcinha."

A cada capítulo o autor nos traz questionamentos muito profundos acerca da influência do meio em que vivemos, como cada episódio em nossas vidas pode ter um reflexo lá na frente. Além do leitor ter a oportunidade de chegar "um pouco mais perto" dos presídios, da situação que essas mulheres vivem, vemos como é forma de sobrevivência, como as mulheres fazem para ganhar a vida ali, como são as relações íntimas entre as detentas, suas formas de organização. Também é possível conhecer um pouco sobre o PCC e qual é a influência da mulher.

Foto: Leitora Cretina


Em alguns momentos, Drauzio faz comparações entre homens e mulheres presas (como é um presídio masculino e um feminino, o que acontece quando um homem e quando uma mulher são presos, etc).

"Enquanto estiver preso, o homem contará com a visita de uma mulher, seja a mãe, esposa, namorada, prima ou a vizinha, esteja ele num presídio de São Paulo ou a centenas de quilômetros. A mulher é esquecida."

Em momento nenhum fiquei entediada lendo esse livro, as histórias sempre me surpreendiam e me deixavam mais e mais curiosa. Também sempre vemos resquícios da opinião do autor. É um livro com uma linguagem franca, compreensível, que para alguns, as histórias podem ser chocantes. A escrita do Drauzio me prendeu do início ao fim.

Adorei conhecer um pouco de como o trabalho do médico pode ser inserido em tal contexto, e quais são suas influências na vida dessas mulheres. É um livro que enriquece um ser humano.

"No universo prisional, (...) podem viver sua sexualidade da forma que lhes aprouver, sem enfrentar repressão social. Paradoxalmente, talvez a cadeia seja o único ambiente em que a mulher conta com essa liberdade."

SOBRE A EDIÇÃO:

Li o livro em e-book, então não posso opinar sobre a diagramação, folhas, etc. Mas a capa é muito bonita, retratando bem a história, chamativa.

Beijão!
4.4.19

Foto: Leitora Cretina

Olá, leitores! Tudo bem?

AVISOS:
Sei que ando sumida daqui do blog (apesar de estar sempre no Instagram @leitoracretina). Preciso compartilhar com vocês que a minha vida está uma loucura. Não apareci antes aqui pois não tinha novidades literárias para compartilhar com vocês, não estava lendo nada, e minha vida é só estudos, por essa razão, eu abri um espaço lá no meu Instagram para poder compartilhar essa parte da faculdade com vocês, já que essa têm sido minha vida no momento.

Recebi o livro "The Chase" há dois dias da editora Companhia das Letras (Editora Paralela) e na hora já comecei a leitura. Fazia muito tempo que não me sentia assim com um livro.

Para quem não conhece, a Elle Kennedy é autora da série Amores Improváveis, que sou apaixonada. Mas, infelizmente, a série chegou ao fim. A autora então decidiu escrever um spin-off, intitulado de Briar U, revivendo aquele cenário de hóquei, faculdade, festas e personagens apaixonantes! "The Chase" é o primeiro volume!

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Título: The Chase - A Busca de Summer e Fitz
Título original: The Chase 
Série: Briar U
Volume: 01 
Autor (a): Elle Kennedy 
Editora: Paralela
Número de Páginas: 300
Ano: 2019 
Gênero: Ficção / Literatura Estrangeira / Romance / Erótico 
Nota:     
SINOPSE: Bem-vinda de volta aos jogos de hóquei e às festas da Universidade Briar! No primeiro spin-off da série Amores Improváveis, conheça a apaixonante e misteriosa Summer, irmã de Dean.
Todo mundo diz que os opostos se atraem. E deve ser verdade, porque não tem nada que explique minha atração por Colin Fitzgerald. Ele não faz meu tipo e, o pior de tudo, me acha superficial. Essa visão distorcida que ele tem de mim é o primeiro ponto contra. Também não ajuda que ele seja amigo do meu irmão. 
E que o cara que mora com ele tenha uma queda por mim. 
E que eu tenha acabado de me mudar para a casa deles. 
Mas isso não importa. Estou ocupada o bastante com uma faculdade nova, um professor que não larga do meu pé e um futuro incerto. Além do mais, Fitzy deixou bem claro que não quer nada comigo, embora tenhamos uma química de dar inveja a qualquer casal. Nunca fui de correr atrás de homem, e não vou começar agora. Então, se o meu roommate gato finalmente acordar e perceber o que está perdendo… 
Ele sabe onde me encontrar. 
CONTEÚDO ADULTO
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Foto: Leitora Cretina

ENREDO:

Summer Di Laurentis é irmã de Dean (de "O Jogo", em Amores Improváveis) e acaba de ser transferida para o curso de moda em Briar. Sem lugar para morar, seu irmão mexe os pauzinhos e consegue um espaço para ela em sua antiga república. Lá ela terá que viver com Hunter, Hollis e Colin Fitzgerald, este último, por quem ela sempre teve uma quedinha.

Colin Fitzgerald (ou Fitz) é um dos jogadores de hóquei da Briar, apesar de ter outras paixões, como o vídeo-game. Ele tenta fugir de todas as investidas de Summer.

Foto: Leitora Cretina

MINHA OPINIÃO:

Summer é uma personagem que se desenvolve no decorrer da história, aliás, ela se revela. A primeira vista, assim como Fitz, o leitor pode achar que ela é uma garotinha mimada, rica, que adora chamar atenção e fútil, mas ela é muito mais que isso. Isso é tão bem trabalhado no livro que eu fiquei muito surpresa. Elle Kennedy sempre teve a habilidade de criar personagens diferentes, com trajetórias de vida intrigantes, e com a Summer não foi diferente. Ela também é uma protagonista com TDAH (Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade), e por meio de suas narrações vemos como ela se sente em relação a tudo isso.

"Mas ter um carrão não faz de mim uma pessoa superficial. Gostar de moda e ser de uma fraternidade não fazem de mim uma pessoa superficial."

Já Fitz é um cara muito sossegado, não gosta de chamar atenção, sempre na dele, principalmente por conta do seu passado. O seu grande amor, além do hóquei são os jogos de vídeo-game, que ele mesmo produz. O cara é apaixonante. É o tipo de personagem que você lê e já quer saber onde pode encontrar pessoas reais com aquele perfil. Ele é gentil, sempre pensa no próximo, mas, tudo o que ele quer, é se afastar de Summer porque, além dela ser irmã de um de seus amigos, ela tem esse jeito que é tudo o que ele não quer em sua vida

Foto: Leitora Cretina

A história é toda bem organizada. Como todos os livros da autora, ele tem um clima leve que permeia o livro todo, é impossível não se sentir atraído por suas histórias. Apesar dessa característica, o livro também trata de temas muito importantes como o TDAH, preconceito, assédio, etc.

A escrita de Elle Kennedy é sem igual! Muito fluida, e por meio de narrações que são feitas pelos dois protagonistas, o leitor se envolve com eles, se identifica de alguma forma. Fico encantada sempre que leio algo dela.

"Com a expressão fechada, a barba crescendo e o mau humor diante do espelho, fico com a cara de bad boy".

Temos também algumas aparições dos personagens de Amores Improváveis, para matarmos a saudade.

Não é um livro com muita profundidade, com reviravoltas e tudo mais. É um livro calmo, divertido, que vai te fazer rir e esquecer dos problemas, mas que não deixa de ser sensacional. Simplesmente não conseguia parar de lê-lo.


"Percepção e realidade são coisas muito diferentes. A verdade em geral está em algum lugar entre as duas."

Foto: Leitora Cretina

SOBRE A EDIÇÃO:

A capa é linda! Achei ela muito mais bonita que a versão americana. Por dentro, as folhas são amareladas, com uma fonte confortável e bem aconchegante.
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O que acharam? Ficaram com vontade de ler?

Para quem não conhece a série principal Amores Improváveis, mas ficou com muita vontade de ler "The Chase": bom, eu recomendaria que você começasse por Amores Improváveis, pois as histórias são igualmente ótimas, divertidas e cheia de personagens encantadores; entretanto, você também pode começar por "The Chase", porém, levará muitos spoilers da série principal. Quer conhecer Amores Improváveis? Clique aqui.

Beijão!
20.3.19

Foto: Leitora Cretina

Olá, leitores! Tudo bem?

A resenha de hoje, finalmente, é do livro "International Guy: Milão, San Francisco, Montreal", escrito pela Audrey Carlan.

Caso queira conhecer o primeiro volume e ler minha resenha, clique aqui.

SE VOCÊ NÃO O PRIMEIRO LIVRO, RECOMENDO QUE NÃO LEIA ESSA RESENHA, POIS PODERÁ CONTER SPOILERS DA HISTÓRIA ANTERIOR.

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Resultado de imagem para international guy milão san francisco e montrealTítulo: International Guy: Milão, San Francisco, Montreal 
Título original: International Guy: Milan, San Francisco, Montreal 
Série: International Guy 
Volume: 02
Autor (a): Audrey Carlan 
Editora: Verus 
Número de Páginas: 416
Ano: 2018 
Gênero: Ficção / Literatura Estrangeira / Romance / Erótico 
Nota  
SINOPSE: International Guy é a agência de Parker Ellis, um dos maiores especialistas do mundo em vida e amor, que tem como missão ajudar as mulheres em questões tão diversas quanto se sentir sexy e poderosas, aprender a administrar um império empresarial ou conquistar o homem dos seus sonhos. Parker e seus dois sócios atendem mulheres ricas do mundo todo, como atrizes de Hollywood, membros da realeza e CEOs de multinacionais bilionárias. E, às vezes, eles não podem evitar que as coisas esquentem e vão parar na cama de suas clientes. Literalmente. Parker adora sua vida de playboy e não está procurando compromisso. Afinal, há um mundo inteiro à sua frente: os negócios o levam de Paris a Milão, de Berlim ao Rio de Janeiro. Mas, conforme ele pula de cidade em cidade ― e de cama em cama ―, é possível que acabe encontrando mais que sexo ao longo do caminho... 
No segundo volume da série, o trabalho começa em Milão, onde os executivos vão ajudar mulheres comuns a descobrir a arte da sedução. O próximo compromisso é com uma empresária de San Francisco em busca de um parceiro. A terceira cliente, uma CEO de Montreal, desconfia de que há um espião em sua equipe ― e faz uma proposta tentadora a Parker, abalado após uma traição.
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ENREDO:

International Guy é uma empresa fundada por 3 amigos, onde cada um deles exerce uma função: Parker é o Mago dos Sonhos (ajuda pessoas a se reencontrarem), Bo é o Mago do Amor (ajuda em relacionamentos e beleza) e Royce é o Mago do Dinheiro (ajuda em questões financeiras). A empresa é contratada por diferentes pessoas com objetivos diferentes. Com um foco maior em Parker, neste volume, eles viajam para Milão, San Francisco e Montreal. 

Em Milão, IG auxiliará em um desfile não muito convencional; em San Francisco, ajudarão uma CEO que está a procura de um parceiro; e em Montreal, outra CEO que acredita que há um espião entre os membros de sua equipe.

Foto: Leitora Cretina

MINHA OPINIÃO:

Após a leitura do primeiro livro, achei que esse segundo iria focar nos outros dois personagens, mas não foi o que aconteceu. Mais uma vez acompanhamos Parker Ellis como o centro principal do livro ajudando pessoas através da International Guy. Inclusive, ele narra boa parte dos capítulos, apenas os finais de cada história é Skyler que aparece para dar seu ponto de vista.

Parker não foi que evoluiu, na minha opinião. Continuo achando impulsivo e machista.

Achei interessante que, diferente do volume anterior, nesse, a autora preferiu abrir mais espaço para o relacionamento de Parker com Skyler. Além de toda a trama envolvendo o trabalho da IG, Audrey Carlan também envolveu muito bem alguns aspectos presentes em todo relacionamento (ciúmes, desentendimentos, problemas, etc). Isso foi legal porque trouxe uma espécie de "refúgio" para o livro. Mas, confesso para vocês que, não houve grandes surpresas nesse quesito.

"Ficar de mãos dadas. Parece uma coisa nova, talvez porque eu não faça isso há uns cinco anos. Geralmente as mulheres com quem eu saía tentavam pegar minha mão; eu as segurava brevemente, para não ficar chato, mas, assim que encontrava uma brecha, soltava. Com Skyler, tenho um desejo constante de tocá-la e de ser tocado por ela."

Foto: Leitora Cretina

A série, na minha opinião, ainda é muito cansativa. A Audrey Carlan viu que deu certo com A Garota do Calendário (com 12 livros) e resolveu repetir a dose. Esse tipo de leitura acaba não me agradando, e acho que não darei outra chance para a série. Demorei muito para concluir essa leitura, poucos aspectos me mantiveram ligada ao livro.

Achei que os "casos" resolvidos pela IG foram mais legais que do primeiro volume, mais diferentes. Gostei muito do laço de amizade que os personagens desenvolvem no livro e demonstram tudo isso para o leitor.

"- E... Park?" - ela murmura antes de beber seu uísque. "- O que é, abusada?" "- Você está sendo superidiota."
Foto: Leitora Cretina

SOBRE A EDIÇÃO:

A capa é linda. Adoro quando a série mantém um padrão, e a editora arrasou nessa! Por dentro, a fonte é bem confortável, com páginas amareladas.

A edição que recebi veio os 3 primeiros volumes em um só, mas você pode encontrar separadamente também. 

Abaixo os volumes nacionais (com os 3 primeiros livros; apenas o primeiro) e a versão americana:
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Beijão!