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24.7.19

Foto: Leitora Cretina


Olá, leitores! Tudo bem?

As férias estão fazendo muito bem para as minhas leituras, pois estou conseguindo ler um pouquinho mais. E hoje, eu vim compartilhar com vocês a minha leitura mais recente, "O Ódio Que Você Semeia", de Angie Thomas.

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Resultado de imagem para o odio que voce semeiaTítulo: O Ódio Que Você Semeia
Título original: The Hate That U Give
Volume único
Autor (a): Angie Thomas
Editora: Galera Record
Número de Páginas: 378
Ano: 2018
Gêneros: Ficção / Infanto-juvenil / Jovem adulto / Literatura Estrangeira
Nota:     
SINOPSE: Durante o dia, Starr estuda numa escola cara, com colegas brancos e ricos. No fim da aula, volta para seu bairro, periférico e negro, um gueto dominado pelas gangues e oprimido pela polícia.
Ainda muito nova, Starr aprendeu com os pais como uma pessoa negra deve se comportar na frente de um policial.
Não faça movimentos bruscos.
Deixe sempre as mãos à mostra.
Só fale quando te perguntarem algo.
Seja obediente.
Quando ela e seu amigo, Khalil, são parados por uma viatura, tudo o que Starr espera é que Khalil também conheça essas regras. Um movimento errado, uma suposição e os tiros disparam. De repente o amigo de infância da garota está no chão, coberto de sangue. Morto.
Em luto, indignada com a injustiça tão explícita que presenciou e vivendo em duas realidades tão distintas, Starr precisa descobrir a sua voz. Precisa decidir o que fazer com o triste poder que recebeu ao ser a única testemunha de um crime que pode ter um desfecho tão injusto como seu início. Acima de tudo Starr precisa fazer a coisa certa.
Angie Thomas, numa narrativa muito dinâmica, sensível e, ainda assim, direta e firme, fala de racismo de uma forma nova para jovens leitores. Este é um livro que não se pode ignorar.
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ENREDO:

Starr é uma garota negra que mora num bairro da periferia. Em uma festa, enquanto conversa com um dos seus melhores amigos, Khalil, eles ouvem tiros e são obrigados a fugir. Ambos entram dentro do carro dele e, no meio do percurso, um policial os para. E é quando Khalil é morto, desarmado, por ter feito um movimento brusco; e Starr é a única testemunha.

Indignada com a situação, Starr precisará descobrir como ajudar seu falecido amigo, mas sabe, que, infelizmente, ela e sua família poderão correr perigo.

“Eu sempre disse que, se visse acontecer com alguém, minha voz seria a mais alta e garantiria que o mundo soubesse o que aconteceu. Agora, sou essa pessoa, e estou morrendo de medo de falar.”
Foto: Leitora Cretina

MINHA OPINIÃO:

Esse é um livro que todos deveriam ler. Ele retrata muitas questões importantes. Um dos principais temas abordados é o racismo, principalmente por parte policial. Vemos no decorrer do livro como Starr, por ser negra, teve uma preparação diferente para lidar com policiais, como ela lida com o fato de morar em Garden Haigths, um bairro da periferia predominantemente negro, e estudar em Williamson, uma escola predominantemente com pessoas brancas. Também vemos um pouco sobre as gangues e qual a sua influência nas pessoas do bairro, como a sociedade julga quando uma pessoa negra é morta, qual a importância da voz...

"Qual é o ponto de ter uma voz, se você vai ficar em silêncio nesses momentos que você não deveria estar?"

Apesar do livro tratar de um assunto muito sério, Starr, sua família, namorado e seus amigos conseguem trazer um ar diferente enquanto a história corre. A relação deles é linda, onde todos tem algo para ensinar e aprender. É um livro triste, doloroso, mas as personalidades presentes neste livro, como buscam ajudar uns aos outros é inspiradora, a forma com que a nossa protagonista aprende algumas lições também atingem o leitor. É tudo de uma maneira bem dinâmica, quase ilustrativa.

Foto: Leitora Cretina


O livro é todo narrado pela Starr, e ver acontecimentos tão brutais sendo narrados por uma adolescente é algo que mexe com o leitor, mas, como eu disse, a sua personalidade, mesmo diante de momentos difíceis é encantadora. Ela é uma protagonista cativante. 


"Você pode destruir madeira e tijolo, mas não pode destruir um movimento."

O ritmo de leitura é extremamente fluido, temos muitos momentos de reflexão da nossa personagem e muita ação no desenrolar da própria trama. Os capítulos não são muito longos, o que, na minha opinião, facilita ainda mais a leitura. Aliás, é um livro com algumas reviravoltas, nada aqui é monótono.

Foto: Leitora Cretina


É sempre muito difícil fazer resenha quando o livro mexe verdadeiramente comigo, e com esse não foi diferente. Eu recomendo muito esse livro para todos. Eu sei que, uma das coisas que podem afastar o leitor desse livro é o receio de como é feita a narração, se é muito descritiva, mas não é, como eu disse, por ser narrado por uma adolescente, é como uma conversa, o leitor se sente muito próximo da personagem, é realmente um livro muito dinâmico e reflexivo ao mesmo tempo.

"É por isso que seu nome é Starr. — Ele me lança um leve sorriso. — Minha luz durante toda aquela escuridão."

Mal posso esperar para poder assistir ao filme, espero que seja fiel a esse livro incrível. Quando assistir, volto aqui para contar para vocês o que eu achei!

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SOBRE A EDIÇÃO:

A minha edição é a da capa do filme e eu achei ela linda, ainda mais porque tentou manter a capa original. Por dentro as páginas são amareladas e com uma fonte bem confortável.
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Beijão!
13.7.19

Foto: Leitora Cretina

Olá, leitores! Tudo bem?

Hora da resenha! Finalmente! E a resenha de hoje é do livro "A Mão Que Te Alimenta", de A. J. Rich. Eu recebi esse livro na parceria que tinha com a Grupo Editorial Record.

"A Mão Que Te Alimenta" era um livro que eu estava louca para ler desde que recebi, mas como o tempo estava apertado (e ainda está um pouco, rs), só consegui ler agora. Vem conhecer mais sobre esse thriller psicológico!

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Resultado de imagem para a mão que te alimentaTítulo: A Mão Que Te Alimenta
Título original: The Hand That Feeds You
Volume único
Autor (a): A. J. Rich 
Editora: Record
Número de Páginas: 266 
Ano: 2019 
Gênero: Ficção / Literatura Estrangeira / Suspense e Mistério
Nota:   
SINOPSE: Não se deixe enganar pelas aparências. 
Depois de uma manhã agitada no curso de psicologia forense, Morgan não vê a hora de voltar para casa, no Brooklyn, e trabalhar em sua dissertação. Tudo o que ela queria era ficar sozinha, mas seu noivo, Bennett, está a sua espera. Ao chegar, ela encontra a porta entreaberta. Morgan teme que algum dos seus três cães tenha fugido. Ela abre a porta com o ombro, esperando ser recebida pelos animais. Porém, nenhum deles aparece de imediato. Há marcas no chão, pegadas de cachorros.
Nuvem, o cão-da-montanha-dos-pirineus, é a primeira a vir ao seu encontro, mas sem o ânimo habitual. Seus pelos estão vermelhos de um lado, como se ela tivesse se sujado em uma parede com tinta fresca. Sangue. Morgan procura sinais de ferimentos, mas não encontra nada. Nem nos dois pit-bulls, George e Chester. 
Ela avança pelo corredor, e as manchas de sangue que encontra parecem cada vez maiores. Por fim, vê Bennett caído no chão do quarto, a perna em cima da cama. Logo percebe que ele está olhando para cima. Ou estaria, se ainda tivesse globos oculares. A pele das mãos foi arrancada. 
E a perna em cima da cama não está ligada ao resto do corpo, ela foi arrancada. Bennett foi atacado, destroçado e morto pelos cães. Mas como isso pode ter acontecido, se Nuvem, Chester e George são extremamente dóceis? Algo não faz sentido nessa história, e tudo fica ainda mais estranho quando Morgan, ao tentar localizar a família de Bennett, descobre que esse não era seu nome verdadeiro. Mas mal sabia ela que encontrar o noivo morto foi só o início de seu maior pesadelo.
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ENREDO:

Morgan Prager é uma estudante de psicologia forense muito bondosa, que tem prazer em resgatar cães. Na sua casa, há três cachorros dóceis, apesar de seu noivo, Bennett, não gostar tanto deles.

Um dia, ansiosa para chegar em casa, ela encontra a porta aberta, rastros de sangue, e seu noivo completamente desfigurado, cheio de mordidas, já falecido em cima de sua cama.

A primeira suspeita recai sobre os cachorros, mas, como isso poderia ser possível se os cães são extremamente dóceis? Morgan terá muito o que descobrir sobre o que ou quem teria feito isso com Bennett.

“Não se deixe enganar pelas aparências.”
Foto: Leitora Cretina

MINHA OPINIÃO:

Eu gosto muito de livros de thriller, suspense e mistério, e achei o enredo desse livro muito interessante, nunca tinha lido nada que pudesse envolver cães, e o fato da personagem estudar psicologia também me atraiu.

O livro é todo narrado pela Morgan, e ela tem muita história para contar. Através dela, e da dissertação que está escrevendo, vemos um pouco do seu perfil. Seu trabalho recai sobre a vitimologia, há um padrão que atrai os predadores? Ela é uma mulher doce, extremamente dedicada ao seu estudo. E é isso. Infelizmente, o livro focou muito nos acontecimentos e em outros personagens, e pouco em Morgan.

“Os sociopatas representam 4% da população, mais de doze milhões de americanos. Não são necessariamente criminosos ensandecidos. A maioria é sedutora, inteligente e sabe simular preocupação e até amor. Mas eles não têm consciência, não sabem o que é empatia e não sentem culpa nem vergonha pelo comportamento. Também são grandes manipuladores. Durante a infância e adolescência, 9% dos sociopatas torturam ou matam animais.”
Foto: Leitora Cretina

O foco principal do livro, claro, é a morte de Bennett, e os desdobramentos disso, pois, Morgan começará a descobrir que talvez ele não seja quem ele sempre disse ser, além de ter que lidar com a possibilidade de perder seus cachorros. O livro é isso, é também Morgan conhecendo pessoas que a podem ajudar nesses dois âmbitos. O que me atraiu no livro foi, certamente, os acontecimentos. Achei muito interessante a forma com que as coisas se interligaram, como envolveram os cachorros na história e o trabalho da personagem.

A escrita é boa, bem direta, mas, com uma personagem com uma bagagem emocional tão grande, acredito que isso deveria ter sido melhor trabalhada, contando mais sobre os seus pensamentos, medos, tristezas... mas pareceu que nada abalou ela, parecendo uma personagem fria. Ela fica tão focada em explicar o que está acontecendo, que os sentimentos dela não transpareceram, ficando algo monótomo.

Foto: Leitora Cretina


O grande desfecho da história não é nada surpreendente... conforme as páginas vão passando, o leitor começa a desconfiar, e quando é revelado, não causa grande impacto. Nem todas as pontas se fecham, e foi por livre e espontânea escolha das autoras.

"- As pessoas deveriam parar de ser generosas por causa de consequências imprevisíveis? - questionou ela."

Por fim, acho que faltou muita coisa nesse livro... faltou sentimento da personagem, não apenas um livro só de narração dos fatos, faltou a surpresa da descoberta do mistério, faltou fechar todas as pontas que se soltaram, e que foram importantes para a história.

Foto: Leitora Cretina


SOBRE A EDIÇÃO:

A capa é linda. Achei que o trabalho feito com as patinhas de sangue ficou muito bom! Essa parte é áspera ao toque. Por dentro, as páginas são amareladas e a fonte confortável!

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Alguém aí já leu?
Beijão!
4.4.19

Foto: Leitora Cretina

Olá, leitores! Tudo bem?

AVISOS:
Sei que ando sumida daqui do blog (apesar de estar sempre no Instagram @leitoracretina). Preciso compartilhar com vocês que a minha vida está uma loucura. Não apareci antes aqui pois não tinha novidades literárias para compartilhar com vocês, não estava lendo nada, e minha vida é só estudos, por essa razão, eu abri um espaço lá no meu Instagram para poder compartilhar essa parte da faculdade com vocês, já que essa têm sido minha vida no momento.

Recebi o livro "The Chase" há dois dias da editora Companhia das Letras (Editora Paralela) e na hora já comecei a leitura. Fazia muito tempo que não me sentia assim com um livro.

Para quem não conhece, a Elle Kennedy é autora da série Amores Improváveis, que sou apaixonada. Mas, infelizmente, a série chegou ao fim. A autora então decidiu escrever um spin-off, intitulado de Briar U, revivendo aquele cenário de hóquei, faculdade, festas e personagens apaixonantes! "The Chase" é o primeiro volume!

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Título: The Chase - A Busca de Summer e Fitz
Título original: The Chase 
Série: Briar U
Volume: 01 
Autor (a): Elle Kennedy 
Editora: Paralela
Número de Páginas: 300
Ano: 2019 
Gênero: Ficção / Literatura Estrangeira / Romance / Erótico 
Nota:     
SINOPSE: Bem-vinda de volta aos jogos de hóquei e às festas da Universidade Briar! No primeiro spin-off da série Amores Improváveis, conheça a apaixonante e misteriosa Summer, irmã de Dean.
Todo mundo diz que os opostos se atraem. E deve ser verdade, porque não tem nada que explique minha atração por Colin Fitzgerald. Ele não faz meu tipo e, o pior de tudo, me acha superficial. Essa visão distorcida que ele tem de mim é o primeiro ponto contra. Também não ajuda que ele seja amigo do meu irmão. 
E que o cara que mora com ele tenha uma queda por mim. 
E que eu tenha acabado de me mudar para a casa deles. 
Mas isso não importa. Estou ocupada o bastante com uma faculdade nova, um professor que não larga do meu pé e um futuro incerto. Além do mais, Fitzy deixou bem claro que não quer nada comigo, embora tenhamos uma química de dar inveja a qualquer casal. Nunca fui de correr atrás de homem, e não vou começar agora. Então, se o meu roommate gato finalmente acordar e perceber o que está perdendo… 
Ele sabe onde me encontrar. 
CONTEÚDO ADULTO
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Foto: Leitora Cretina

ENREDO:

Summer Di Laurentis é irmã de Dean (de "O Jogo", em Amores Improváveis) e acaba de ser transferida para o curso de moda em Briar. Sem lugar para morar, seu irmão mexe os pauzinhos e consegue um espaço para ela em sua antiga república. Lá ela terá que viver com Hunter, Hollis e Colin Fitzgerald, este último, por quem ela sempre teve uma quedinha.

Colin Fitzgerald (ou Fitz) é um dos jogadores de hóquei da Briar, apesar de ter outras paixões, como o vídeo-game. Ele tenta fugir de todas as investidas de Summer.

Foto: Leitora Cretina

MINHA OPINIÃO:

Summer é uma personagem que se desenvolve no decorrer da história, aliás, ela se revela. A primeira vista, assim como Fitz, o leitor pode achar que ela é uma garotinha mimada, rica, que adora chamar atenção e fútil, mas ela é muito mais que isso. Isso é tão bem trabalhado no livro que eu fiquei muito surpresa. Elle Kennedy sempre teve a habilidade de criar personagens diferentes, com trajetórias de vida intrigantes, e com a Summer não foi diferente. Ela também é uma protagonista com TDAH (Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade), e por meio de suas narrações vemos como ela se sente em relação a tudo isso.

"Mas ter um carrão não faz de mim uma pessoa superficial. Gostar de moda e ser de uma fraternidade não fazem de mim uma pessoa superficial."

Já Fitz é um cara muito sossegado, não gosta de chamar atenção, sempre na dele, principalmente por conta do seu passado. O seu grande amor, além do hóquei são os jogos de vídeo-game, que ele mesmo produz. O cara é apaixonante. É o tipo de personagem que você lê e já quer saber onde pode encontrar pessoas reais com aquele perfil. Ele é gentil, sempre pensa no próximo, mas, tudo o que ele quer, é se afastar de Summer porque, além dela ser irmã de um de seus amigos, ela tem esse jeito que é tudo o que ele não quer em sua vida

Foto: Leitora Cretina

A história é toda bem organizada. Como todos os livros da autora, ele tem um clima leve que permeia o livro todo, é impossível não se sentir atraído por suas histórias. Apesar dessa característica, o livro também trata de temas muito importantes como o TDAH, preconceito, assédio, etc.

A escrita de Elle Kennedy é sem igual! Muito fluida, e por meio de narrações que são feitas pelos dois protagonistas, o leitor se envolve com eles, se identifica de alguma forma. Fico encantada sempre que leio algo dela.

"Com a expressão fechada, a barba crescendo e o mau humor diante do espelho, fico com a cara de bad boy".

Temos também algumas aparições dos personagens de Amores Improváveis, para matarmos a saudade.

Não é um livro com muita profundidade, com reviravoltas e tudo mais. É um livro calmo, divertido, que vai te fazer rir e esquecer dos problemas, mas que não deixa de ser sensacional. Simplesmente não conseguia parar de lê-lo.


"Percepção e realidade são coisas muito diferentes. A verdade em geral está em algum lugar entre as duas."

Foto: Leitora Cretina

SOBRE A EDIÇÃO:

A capa é linda! Achei ela muito mais bonita que a versão americana. Por dentro, as folhas são amareladas, com uma fonte confortável e bem aconchegante.
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O que acharam? Ficaram com vontade de ler?

Para quem não conhece a série principal Amores Improváveis, mas ficou com muita vontade de ler "The Chase": bom, eu recomendaria que você começasse por Amores Improváveis, pois as histórias são igualmente ótimas, divertidas e cheia de personagens encantadores; entretanto, você também pode começar por "The Chase", porém, levará muitos spoilers da série principal. Quer conhecer Amores Improváveis? Clique aqui.

Beijão!
20.3.19

Foto: Leitora Cretina

Olá, leitores! Tudo bem?

A resenha de hoje, finalmente, é do livro "International Guy: Milão, San Francisco, Montreal", escrito pela Audrey Carlan.

Caso queira conhecer o primeiro volume e ler minha resenha, clique aqui.

SE VOCÊ NÃO O PRIMEIRO LIVRO, RECOMENDO QUE NÃO LEIA ESSA RESENHA, POIS PODERÁ CONTER SPOILERS DA HISTÓRIA ANTERIOR.

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Resultado de imagem para international guy milão san francisco e montrealTítulo: International Guy: Milão, San Francisco, Montreal 
Título original: International Guy: Milan, San Francisco, Montreal 
Série: International Guy 
Volume: 02
Autor (a): Audrey Carlan 
Editora: Verus 
Número de Páginas: 416
Ano: 2018 
Gênero: Ficção / Literatura Estrangeira / Romance / Erótico 
Nota  
SINOPSE: International Guy é a agência de Parker Ellis, um dos maiores especialistas do mundo em vida e amor, que tem como missão ajudar as mulheres em questões tão diversas quanto se sentir sexy e poderosas, aprender a administrar um império empresarial ou conquistar o homem dos seus sonhos. Parker e seus dois sócios atendem mulheres ricas do mundo todo, como atrizes de Hollywood, membros da realeza e CEOs de multinacionais bilionárias. E, às vezes, eles não podem evitar que as coisas esquentem e vão parar na cama de suas clientes. Literalmente. Parker adora sua vida de playboy e não está procurando compromisso. Afinal, há um mundo inteiro à sua frente: os negócios o levam de Paris a Milão, de Berlim ao Rio de Janeiro. Mas, conforme ele pula de cidade em cidade ― e de cama em cama ―, é possível que acabe encontrando mais que sexo ao longo do caminho... 
No segundo volume da série, o trabalho começa em Milão, onde os executivos vão ajudar mulheres comuns a descobrir a arte da sedução. O próximo compromisso é com uma empresária de San Francisco em busca de um parceiro. A terceira cliente, uma CEO de Montreal, desconfia de que há um espião em sua equipe ― e faz uma proposta tentadora a Parker, abalado após uma traição.
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ENREDO:

International Guy é uma empresa fundada por 3 amigos, onde cada um deles exerce uma função: Parker é o Mago dos Sonhos (ajuda pessoas a se reencontrarem), Bo é o Mago do Amor (ajuda em relacionamentos e beleza) e Royce é o Mago do Dinheiro (ajuda em questões financeiras). A empresa é contratada por diferentes pessoas com objetivos diferentes. Com um foco maior em Parker, neste volume, eles viajam para Milão, San Francisco e Montreal. 

Em Milão, IG auxiliará em um desfile não muito convencional; em San Francisco, ajudarão uma CEO que está a procura de um parceiro; e em Montreal, outra CEO que acredita que há um espião entre os membros de sua equipe.

Foto: Leitora Cretina

MINHA OPINIÃO:

Após a leitura do primeiro livro, achei que esse segundo iria focar nos outros dois personagens, mas não foi o que aconteceu. Mais uma vez acompanhamos Parker Ellis como o centro principal do livro ajudando pessoas através da International Guy. Inclusive, ele narra boa parte dos capítulos, apenas os finais de cada história é Skyler que aparece para dar seu ponto de vista.

Parker não foi que evoluiu, na minha opinião. Continuo achando impulsivo e machista.

Achei interessante que, diferente do volume anterior, nesse, a autora preferiu abrir mais espaço para o relacionamento de Parker com Skyler. Além de toda a trama envolvendo o trabalho da IG, Audrey Carlan também envolveu muito bem alguns aspectos presentes em todo relacionamento (ciúmes, desentendimentos, problemas, etc). Isso foi legal porque trouxe uma espécie de "refúgio" para o livro. Mas, confesso para vocês que, não houve grandes surpresas nesse quesito.

"Ficar de mãos dadas. Parece uma coisa nova, talvez porque eu não faça isso há uns cinco anos. Geralmente as mulheres com quem eu saía tentavam pegar minha mão; eu as segurava brevemente, para não ficar chato, mas, assim que encontrava uma brecha, soltava. Com Skyler, tenho um desejo constante de tocá-la e de ser tocado por ela."

Foto: Leitora Cretina

A série, na minha opinião, ainda é muito cansativa. A Audrey Carlan viu que deu certo com A Garota do Calendário (com 12 livros) e resolveu repetir a dose. Esse tipo de leitura acaba não me agradando, e acho que não darei outra chance para a série. Demorei muito para concluir essa leitura, poucos aspectos me mantiveram ligada ao livro.

Achei que os "casos" resolvidos pela IG foram mais legais que do primeiro volume, mais diferentes. Gostei muito do laço de amizade que os personagens desenvolvem no livro e demonstram tudo isso para o leitor.

"- E... Park?" - ela murmura antes de beber seu uísque. "- O que é, abusada?" "- Você está sendo superidiota."
Foto: Leitora Cretina

SOBRE A EDIÇÃO:

A capa é linda. Adoro quando a série mantém um padrão, e a editora arrasou nessa! Por dentro, a fonte é bem confortável, com páginas amareladas.

A edição que recebi veio os 3 primeiros volumes em um só, mas você pode encontrar separadamente também. 

Abaixo os volumes nacionais (com os 3 primeiros livros; apenas o primeiro) e a versão americana:
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Beijão!