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18.7.19

Uni-Duni-Tê - M. J. Arlidge | RESENHA

Foto: Leitora Cretina

Olá, leitores! Tudo bem?

A resenha de hoje é do livro "Uni-Duni-Tê", de M. J. Arlidge. Eu estava louca para ler esse livro desde quando bati os olhos nele, cheguei a ganhar uma edição em um sorteio há muito tempo, e só agora tive a oportunidade de lê-lo! Vem conhecer mais sobre essa história e a minha opinião.

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Título: Uni-Duni-Tê 
Título original: Eeny Meeny
Volume: 01
Série: Helen Grace
Autor (a): M. J. Arlidge 
Editora: Record 
Número de Páginas: 322
Ano: 2016
Gêneros: Ficção / Literatura Estrangeira / Romance policial / Suspense e Mistério
Nota:    
SINOPSE: Um assassino está à solta. Sua mente doentia criou um jogo macabro no qual duas pessoas são submetidas a uma situação extrema: viver ou morrer. Só um deverá sobreviver. Um jovem casal acorda sem saber onde está. Amy e Sam foram dopados, capturados, presos e privados de água e comida. E não há como escapar. De repente, um celular toca com uma mensagem que diz que no chão há uma arma, carregada com uma única bala. Juntos, eles precisam decidir quem morre e quem sobrevive. Em poucos dias, outros pares de vítimas são sequestrados e confrontados com esta terrível escolha. À frente da investigação está a detetive Helen Grace, que, na tentativa de descobrir a identidade desse misterioso e cruel serial killer, é obrigada a encarar seus próprios demônios. Em uma trama violenta que traz à tona o pior da natureza humana, Grace percebe que a chave para resolver este enigma está nos sobreviventes. E ela precisa correr contra o tempo, antes que mais inocentes morram.
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ENREDO:

Esse é o primeiro volume da série Helen Grace. Eu achei bem estranho quando vi no Skoob que se tratava de uma série. Não conheço os outros volumes, mas por ser uma série policial, acredito que vá focar em outros casos da nossa personagem Helen Grace.

Em "Uni-Duni-Tê" a detetive Helen Grace tem um caso misterioso em suas mãos: duas pessoas são dadas como desaparecidas e em seguida apenas uma retorna; aquele que retorna narra que estava em um cativeiro em que havia apenas uma arma com uma bala e um celular com uma mensagem dizendo para que ambos decidissem quem deveria viver e quem deveria morrer. Essa mesma situação começa a se repetir e a detetive precisa entender o caso e descobrir quem é o responsável.

"Como fazemos para acordar de um sonho? Quando se está no meio de um pesadelo, como escapamos do abismo?"
Foto: Leitora Cretina

MINHA OPINIÃO:

Eu achei muito interessante a forma com que o crime é abordado nesse livro, com uma história muito diferente do que estamos acostumados a ver em livros policiais. Além desse enredo principal de tentar descobrir quem está por trás desses crimes, o livro foca também na detetive Helen Grace e na sua vida pessoal, entretanto, por se tratar de um livro com uma narração em terceira pessoa, fica muito difícil de o leitor se aproximar 100% da personagem, o que muitas vezes nos traz a sensação de ser uma protagonista muito fria, entretanto, eu entendo o motivo de tal escolha, já que dessa forma, o autor ainda conseguiu deixar o mistério guardado até a última página.

Helen Grace é muito responsável, durona, direta e focada no seu trabalho, e eu gostei muito de ver que temos uma protagonista policial mulher. É uma personagem comum nos livros de tal gênero. O que mais impressiona talvez seja a sua história e as consequências.

Foto: Leitora Cretina


Eu fiquei bastante surpresa com o desfecho e a revelação do mistério, pois, o livro vai trabalhando bem a mente do leitor, fazendo-o pensar e duvidar de tudo junto com a personagem. A grande revelação foi totalmente inesperada por mim.

"Por que a assassina agia dessa forma? Fazia suas vítimas participarem de um diabólico jogo de uni-duni-tê, certa de que, quem puxasse o gatilho, em última analise, sofreria muito mais que sua vítima."

Houveram várias cenas em que eu fiquei chocada com o poder de descrição das cenas, realmente causaram uma reação em mim (alerta de cenas nojentas).

Foto: Leitora Cretina


Gostei muito da forma com que os outros personagens são apresentados. Um grande erro nos livros de mistério, na minha opinião, é quando o autor quer tanto colocar um fato surpreendente que ele simplesmente inventa um personagem ali no meio da história só para fazer sentido. E isso não ocorre nesse livro.

O ritmo de leitura é muito bom, ele flui com muita facilidade, e a escrita do autor, de forma simples, direta, mas ainda assim intrigante, ajuda muito!

''Mas, quando se é um prisioneiro, os dias parecem não ter fim, e a esperança é a primeira que morre.''

Não foi um livro 5 estrelas porque eu senti que poderia ter havido um pouco mais de presença de sentimentos da personagem (o que talvez seja explorado nos próximos volumes).

Foto: Leitora Cretina


SOBRE A EDIÇÃO:

Achei a capa bonita, não é a mais elegante das capas, mas é bonita, hahah. Por dentro as folhas são amareladas e com uma fonte bem confortável!
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Alguém aí já leu? O que acharam?
Beijão!

2 comentários:

  1. Oi, Mô! Gostei bastante das suas observações a respeito deste livro. Gosto muito de livros policiais, e esse me parece um thriller psicológico bem envolvente. Senti até uma vibe meio jogos mortais, hehe (apesar de que só vi um dos filmes da série, então não posso fazer muitas comparações). Fiquei afim de ler, e também nunca tinha ouvido falar na série.

    Beijos!
    www.janelaliteraria.com.br

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    Respostas
    1. Olá, Malu!
      Obrigada, querida! Fico feliz que tenha gostado <3.
      Eu também adoro livros policiais.
      Nossa, verdadeee! Lembra muito Jogos Mortais, hahah

      Beijão

      Excluir

Olá! Deixe seu comentário. Eu vou adorar ler e respondê-lo. <3

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